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CAC - Caixa de Assistência dos Servidores da CEDAE


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BALANÇO FINANCEIRO APRESENTA AVANÇOS NA CAC


O Balanço da CAC destaca a evolução do Patrimônio Social da Empresa e também dos demais indicadores financeiros. O gerente do Departamento de Contabilidade (DECON), Gilberto Ribeiro, destaca que o superávit nos dois últimos anos foi de R$ 32,5 Milhões. “Dessa forma, a CAC aumentou seus ativos garantidores em 109%, ou seja, R$ 24,4 Milhões”.


O Gerente diz que nesse período houve também uma evolução significativa na recuperação do patrimônio social da Empresa, que em 2014 apresentava o valor negativo de R$ 11,2 Milhões, e em 2016 passou para R$ 21,3 Milhões, positivo. (Patrimônio Social é a diferença entre os ativos (direitos) e passivos (obrigações).
Sobre as expectativas para o futuro próximo, Gilberto esclarece que há fatores que não dependem da CAC, como recessão e inflação na área da Saúde. Segundo o gerente, os custos médico-hospitalares crescem acima dos índices de inflação. “Além disso, temos no plano Assistencial uma faixa etária elevada, entre 50 e 70 anos. As perspectivas são de muito trabalho, como sempre”.


Em relação às obrigações que compõem o patrimônio passivo (dívidas e valores a serem pagos a terceiros –pessoa física ou jurídica), Gilberto explica que houve uma redução do passivo com os prestadores de serviços médicos em comparação ao ano de 2015. “A redução foi de R$ 10,3 Milhões. Isto significa que diminuímos essas obrigações em 30%”. Este fato, aliado ao aumento do ativo contribuiu para a recuperação do índice de liquidez da Empresa (que é a capacidade de saldar obrigações de curto prazo).

 

PARCERIA COM A CEDAE

O diretor Administrativo e Financeiro da CAC, economista Paulo Henri, destaca a importância da parceria com a CEDAE para o equilíbrio da instituição. Segundo ele, o aporte de 16,7 milhões feito pela patrocinadora foi muito importante para que a Empresa pudesse cumprir suas obrigações, como o cumprimento de 50% do Termo de Assunção de Obrigações Econômico Financeira –TAOEF. Trata-se de um documento assinado com a Agência Nacional de Saúde Suplementar em 2015, celebrado em um momento em que havia ajustes necessários sendo feitos na área financeira. Fazem parte do TAOEF: O índice de liquidez corrente (capacidade financeira de saldar as dívidas no curto no prazo), Patrimônio Mínimo Ajustado- PMA (Patrimônio exigido pela ANS para poder operar no Mercado), Ativos Garantidores (Lastro financeiro para cobrir as provisões técnicas, exigido pela a ANS).


Gilberto Ribeiro, gerente do DECON, diz que a atual Gestão tem envidado esforços e implementado uma série de medidas de controle nos custos médico-hospitalares. “Sem comprometer em nenhum momento a qualidade dos serviços ofertados aos associados, que é o maior objetivo da Empresa, essas medidas têm surtido efeito positivo em nossas contas”. O TAOEF teve sua primeira metade cumprida em 2016. “A perspectiva é boa, pois os índices desse Balanço que apresentamos e a política nas finanças da CAC fazem crer que conseguiremos cumprir a outra metade do TAOEF antes do prazo estipulado este ano”, explicou.


Outra notícia importante no setor financeiro se refere ao antigo convênio com a Companhia Estadual de Habitação do Estado do Rio de Janeiro CEAHB. Esta empresa possui uma dívida com a CAC. O diretor Paulo Henri explica que a CAC entrou na justiça há alguns anos e conseguiu, finalmente, uma solução para o caso. Segundo o Diretor, através do leilão de dois terrenos, para os quais a CAC conseguiu se qualificar, será possível a quitação desta antiga dívida da CEHAB.

 

PRESIDENTE FALA SOBRE OS RESULTADOS ALCANÇADOS

Dr. Clóvis Nascimento, como o senhor avalia o momento da Empresa?
O nosso Balanço apresentou um superávit da ordem de R$27 Milhões. Conseguimos alcançar os indicadores firmados no TAOEF junto à ANS. Portanto, cumprimos a primeira metade do TAOEF. O patrimônio social ficou muito bem posicionado, no azul. Ficamos com índice de liquidez corrente acima de 1, ou seja, o nosso Balanço foi, portanto, muito bom. Isso reflete também o trabalho desenvolvido pela equipe da CAC de todos os seus setores.


Nosso índice de sinistralidade também é invejável, da ordem de 77%, comparativamente às demais empresas do setor de autogestão. A média dessas empresas, para se ter uma ideia, é acima de 90%. Isso tudo é um trabalho grande que está sendo desenvolvido pela equipe da CAC. É claro que nós temos a meta de continuar trabalhando com afinco para reduzir a despesa médica sem perda de qualidade no atendimento.


Acreditamos que uma operadora de autogestão tem que primar pela qualidade, pela excelência no atendimento ao associado, e nós temos buscado a cada dia essa excelência. Portanto, os números refletidos no Balanço são significativos e nos deixam orgulhosos de trabalhar aqui.


Quais são suas expectativas para este ano?
As nossas expectativas para o ano em curso são ainda mais desafiadoras, na medida em que a inflação médica é muito acima da inflação do mercado. Mas continuamos firmes no propósito de buscar cada vez mais diminuir as nossas despesas médicas atuando de forma diferenciada, buscando novos produtos, realizando um trabalho junto aos nossos idosos de forma preventiva. Enfim, revendo todos os contratos com a rede credenciada, e isso tudo certamente proporcionará um resultado ainda mais positivo.


Eu tenho a absoluta convicção de que a CAC está no caminho certo, apesar de entender que ainda temos muitas dificuldades no que tange, por exemplo, ao percentual elevado do índice de idosos da nossa carteira, que está numa faixa de 40%. Mas, continuamos buscando os resultados, trabalhando firmemente para que todas essas dificuldades sejam superadas.


Acredito que ao longo de 2017 a CAC continuará trilhando esses caminhos da melhor governança, das boas práticas e fazendo com que a nossa equipe continue firme com resultados bons para os associados, para a família CAC, para o CEDAEANO e mantendo certamente o padrão de qualidade no atendimento, que é o nosso selo de garantia.

 

DIRETOR PAULO HENRI E O CONTROLE FINANCEIRO

O Diretor Administrativo e Financeiro da CAC, Dr. Paulo Henri, diz que um dos fatores fundamentais para o superávit nas contas foi a redução do índice de sinistralidade. Segundo ele, os números positivos apresentados na área financeira e expostos no recente Balanço são frutos de um trabalho conjunto, que envolve toda a equipe da Empresa.


Paulo Henri diz que é importante observar que todos os associados participaram desse momento, através das suas contribuições, com os valores necessários para a continuação do negócio. “E a CEDAE contribuiu com a outra parte, possibilitando dessa maneira que cumpríssemos com os 50% do TAOEF”. Ainda, segundo o Diretor, esses fatores permitiram a viabilização de um novo plano de gestão, levando em consideração as substanciais modificações do cenário econômico e do desenvolvimento da CAC, ao nível de compatibilidade com o interesse da patrocinadora CEDAE e associados.


Na avaliação do Diretor, no final do terceiro trimestre de 2016, através dos resultados que já haviam sido alcançados até então, era possível prever o resultado positivo, o que contrariava até mesmo algumas previsões pessimistas.


Sobre os próximos passos na área financeira, Paulo Henri explica que, devido ao bom desempenho alcançado no balanço de 2016, será solicitado à ANS o encerramento do TAOEF, por intermédio do Diretor da DIOP conforme capítulo III seção IV artigos 24 e 25 da RN 307/2012. “Será solicitada uma antecipação, apesar de termos o prazo até setembro. Os resultados obtidos nos permitem fazer isso”.



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