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REAJUSTE POSSIBILITA A QUALIDADE DE SERVIÇOS DA CAC


O Diretor de Assistência aos Associados da CAC, Francisco Carlos Marins, chama a atenção de todos os associados para a necessidade do atual reajuste do Plano em 13,55%, índice referendado pela Agência Nacional de Saúde Suplementar - ANS, e que foi aplicado na tabela dos dependentes (PLANAF e agregados). “Na reunião de Diretoria da CAC, realizada em 6 de junho, apesar de inicialmente ter me colocado contra o reajuste, na medida em que as explicações foram feitas constatei a necessidade real do reajuste, e votei a favor, sendo que o mesmo já havia sido aprovado pelo Conselho Deliberativo. Entendo que o reajuste é essencial e lembro que os titulares, por exemplo, não terão alteração, já que isto ocorre apenas em caso de aumento salarial”.


Francisco Marins explica que existem fatores de extrema importância que justificam a aplicação do índice:
1 - Os custos médicos e hospitalares serão reajustados no mesmo percentual, parâmetros utilizados pela ANS para chegar ao percentual de reajuste aos participantes.
2 - A carteira de dependentes já ultrapassou a média dos 50 anos, cuja arrecadação gira em torno de R$ 1,7 milhões, mas tem custo três vezes maior: R$ 5,2 milhões. Assim, o aumento da idade média justifica que nesta categoria a CAC deveria ou deverá em curto espaço de tempo praticar um novo reajuste de no mínimo 11,45%, além do reajuste de 13,55%. Na tabela de Dependentes da CAC hoje, o dependente que está na faixa máxima de 70 anos paga mensalmente R$ 299. Com o primeiro reajuste, de 13,55%, terá um acréscimo de R$ 40,59 e totalizará R$ 339,66 mensais. Vale destacar que este valor ainda está muito abaixo do praticado pelo mercado para clientes da mesma faixa etária.
3 - A CAC passou há bem pouco tempo por uma situação complicada, que poderia causar até a intervenção pela ANS, quando teve que aderir a um TAOEF (Termo de Assunção de Obrigações Financeiras). Isso obrigou a um reajuste de 100% nas contribuições. Ainda assim, não foi suficiente. Por esta razão a patrocinadora (Cedae) teve que fazer aportes no valor de R$ 16 milhões para o Plano se manter equilibrado. Em maio, a direção da CAC solicitou junto à ANS a saída do TAOEF por ter cumprido todas as metas estabelecidas. Isto reforça a certeza de que o equilíbrio financeiro é absolutamente necessário à instituição.
O Diretor destaca, ainda, que a não aplicação do reajuste este ano teria como consequência graves prejuízos aos participantes do Plano e implicaria na impossibilidade de manter a qualidade em todos os serviços ofertados a milhares de associados, titulares e familiares.
Mais uma vez, Francisco Carlos Marins lembra que o Plano CAC não opera com fins lucrativos como o mercado externo e, assim, sua manutenção é feita com menos recursos. “A CAC pertence aos trabalhadores da CEDAE, CAC e PRECE, é um patrimônio real, e hoje a atual gestão está trabalhando de maneira dedicada, com esforço diário e transparência para oferecer o melhor possível aos seus participantes”. Como exemplo, o Diretor cita o importante avanço na questão da OCT (Tomografia de Coerência Óptica), que agora faz parte do protocolo de procedimento. Fora do protocolo, acarretou em várias ações contra a CAC e reclamações junto à ANS.


O diretor de Assistência aos Associados diz, ainda, que seu dever é primar pela saúde financeira da CAC, a fim de que ela possa se manter como uma das principais operadoras de autogestão do Rio de Janeiro, garantindo qualidade e eficiência na prestação de serviços médico-hospitalares a todos os seus associados. Francisco Marins diz que entende a dificuldade do momento e que “críticas” virão quanto ao reajuste, “principalmente com a direção da CEDAE acenando com reajuste zero nas perdas salariais, mas não serei hipócrita nem irresponsável em me posicionar contra essa atualização dos valores só para satisfazer os olhares de quem critica por criticar”.


Para finalizar, o Diretor pede aos associados que entendam o quanto este reajuste é necessário, e diz que se encontra sempre à disposição para tirar dúvidas e ajudar no que for preciso. “Temos uma equipe sempre pronta para atendê-lo, e canais de atendimento capazes de agilizar qualquer solicitação. Mas, evite acionar judicialmente ou reclamar junto à ANS. Essa atitude acaba causando transtornos desnecessários e muitas vezes atrasa a resolução dos casos. Procure antes a mim, seu diretor eleito, pois, com certeza, iremos encontrar uma solução para o seu problema”.

 

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(21) 2126-7197 (Luciana/secretária)



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